DLC and stuff

14 10 2010

Talvez 90% do meu gasto na Xbox Live se resuma a comprar DLCs de jogos. O DLC pode proporcionar um “replay” de um jogo que já está esquecido na estante. Não-jogado por meses e que, de fato, é um bom jogo. Este foi o caso de Mass Effect 2 essa semana.
Nas minhas últimas duas compras, peguei 6 DLC’s: Witch Hunt (Dragon Age), Golems of Alguma coisa (Dragon Age), Lair of the Shadow Broker (Mass Effect 2), Pinacle Station (Mass Effect), The Writter (Alan Wake) e The Sacrifice (Left 4 Dead 2).
Destes, ainda não joguei três. O do Mass Effect 1 porque não estou mais com o jogo (mas a 80MSP estava de graça, melhor aproveitar antes que resolvam aumentar) e os dois do Dragon Age porque ainda não tive tempo. Vamos então aos três restantes (em ordem):

Left 4 Dead 2 – The Sacrifice
As comics lançadas pela Valve criaram um hype imenso sobre esse DLC. O PV que saiu depois, estourou cabeças e duplicou o hype. No mesmo dia que o DLC foi lançado, comprei-o. A campanha tem apenas três cenários que te encaminham até o finale da campanha The Passing. Os cenários iniciais apresentam diversos easter eggs, como todo bom cenário de Left 4 Dead faz, e o finale nos introduz a algo novo: ao inves de todos terem chance de sobreviver, um obrigatoriamente tem de morrer (se sacrificar). O cara que se sacrificou, no entanto, também recebe crédito por ter completado a campanha.
Em termos de história, serviu apenas para fechar o arco dos primeiros sobreviventes e nos mostrar o que realmente aconteceu com o Bill. Por conta disso, e comparações são inevitáveis, a The Passing é uma campanha bem mais completa que esta. Ainda assim “The Sacrifice” vale a compra. Jogar com os personagens de Left 4 Dead 1 é nostágico e interessante, e uma conclusão, em qualquer história, é sempre bem-vinda.

Mass Effect 2 – Lair of the Shadow Broker
Alguns meses depois da “Overlord” a Bioware lança a “Lair of the Shadow Broker”, último DLC de Mass Effect 2, que segundo ela, teria relação direta com a série e com Mass Effect 3.
Logo ao iniciar, a sensação que Mass Effect me passa começou a fazer efeito. O desenrolar do jogo se dá de tal forma que te mantém preso ali do inicio ao fim. Os combates são algo a parte e sempre memoráveis.
Liara, a Asari que te ajuda em Mass Effect 1, tem assuntos pendentes a resolver com o Shadow Broker e você (comandante Sheppard) decide ajudá-la (pode conter pequenos spoilers daqui pra baixo).
Antes de partirem, porém, Liara decide passar em seu apartamento para fazer os ajustes finais. Você checa algumas coisas e depois parte para encontrá-la.
Chegando lá, o apartamento da Asari está interditado e uma Spectre está no local. Liara tinha desaparecido.
Sheppard une forças com a Spectre e, após encontrar uma pista, vão em busca de Liara. Ao chegar no local
indicado pela pista, um plot twist ocorre e você, jogador, é introduzido a UMA PERSEGUIÇÃO! Você controla o Taxi em meio ao tráfico de carros voadores e deve perseguir seu alvo pelos céus de Illium (fantástico!).

Após a perseguição, a trama se desenvolve até o ponto em que o comandante da Normandy decide realizar uma ação direta na nave do Shadow Broker, em um planeta distinto. Nesta nave você usa e abusa do ambiente para te auxiliar no combate e precisa ativar três mecanismos para ir para o lado de dentro.
Combate vai, combate vem e somos enfim apresentados ao Shadow Broker! A raça dele é desconhecida por mim, não tendo sida apresentada anteriormente (e eu esqueci de checar o Index pra ver se encontrava informações depois). Após uma boss fight gigante, dá-se a conclusão do DLC (muito legal!) e que certamente causará grande influência em Mass Effect 3.

Alan Wake – The Writter
Outro DLC responsável por concluir uma série (é impressão minha ou isso tem se tornado frequente ultimamente?).
Em “The Writter”, Mr. Scratch continua infernizando a vida do pobre Alan e as situações criadas por ele tem se tornado cada vez piores.
Na luta pela sua sanidade, Alan tem de passar por vários obstáculos com o auxílio de Thomaz Zane e das páginas do seu manuscrito.
A premissa seguida aqui é basicamente a dos ultimos capítulos da série, iluminar as palavras para conseguir avançar em certas partes. O ambiente é completamente distorcido, e a pressão psicológica lembrou MUITO Silent Hill 2. O objetivo de Alan neste DLC é alcançar a cabine de Zane (a cabine que ele ficou com Alice no inicio do jogo e onde isso tudo começou). Para isso Zane te ajuda interagindo com o ambiente e criando “coisas” para te ajudar, algo que ele nunca tinha feito antes. Em um dos diálogos entre Alan e Zane, o Big Daddy iluminado esclarece vários pontos de confusão que foram sendo criados durante a série e logo em seguida, diante de uma certa pergunta, torna-se evasivo (mistérios para Alan Wake 2!).
O fim do DLC é um arco explícito para o próximo jogo (sem previsão ainda).

Além de ter jogado esses DLCs, desde o ínicio de Setembro eu tenho trabalhado em um projeto de um jogo. Quando a tive, achei a idéia muito bacana e consegui desenvolver ela bastante. Já estou com um bocado de material pronto e uma estrutura praticamente formada (nenhuma concept art porque eu não sei desenhar).
Ainda há coisas para se desenvolver e idéias para se concretizar, mas eu estou animado.
Quando eu tiver tudo pronto e organizado, procurarei apresentar o projeto e ver se consigo apoio para começar a realizá-lo. Se eu conseguir isso até a data da Campus Party, é lá que procurarei contatos.
Até mais!


Ações

Information

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s




%d blogueiros gostam disto: